Você vive. Ele lembra.
Reuniões, notas, agenda e conversas viram memória curada — sem formulário, sem copiar e colar. Aqui está o caminho inteiro: de onde vem, como você cura e como volta na sua IA.
Alimentar o cérebro
Você não precisa fazer nada de novo.
Veja um dia comum: cada reunião, anotação e evento vira memória automaticamente, enquanto você trabalha.
Em segundo plano: o Zinom acompanha suas fontes enquanto você trabalha. No fim do dia, tudo que você viveu já está pesquisável pela sua IA.
Curadoria
Um ritual de 2 minutos por dia.
O que o Zinom aprende vira carta: guardar ou soltar, num toque. Poucas cartas, boas cartas — você no controle do que fica.
A TechCorp prefere fechar contratos trimestrais — decidido no kickoff com a Marina.
carta 9 de 12 · hoje
O baralho diário serve cerca de 12 cartas, escolhidas por relevância — não uma fila infinita por ordem de chegada.
Guardar fixa a memória no seu cérebro; soltar arquiva. Sem tela de gestão, sem burocracia.
O que não vira carta continua consultável no arquivo. Soltar não destrói — você pode achar depois, se precisar.
Como funciona
Sua memória alimenta a IA. A IA alimenta sua memória.
O Zinom fica no meio: entrega o contexto certo pra sua IA via MCP e recebe de volta o que ela aprende nas conversas. O ciclo se fecha — e a memória cresce sozinha.
Dê ao seu dia a dia uma memória.
Peça um convite e conecte suas fontes em minutos.